O FESTIVAL QUE MARCA O TEU VERÃO // DIA 12 DE AGOSTO

Di’vine

com Rota do Românico

HORA: 20H00 ÀS 00H00

Percurso Artístico:

1. Tribunal

2. Ponte S. Gonçalo

3. Largo S. Gonçalo

Fim: Museu Municipal

À NOITE NO MUSEU

HORA: 20H00 ÀS 00H00

Artístas:

Chico Bastos

Etson

Mariana Sevilha

Lotação: 50 pessoas para espetáculo final no Museu*

*Sem reserva, entradas e saídas controladas até ao limite 50 pessoas no espaço.

Di’Vine

 

Di’Vine é uma performance que combina instalação, dança aérea, música e site-specific, aliadas aos eixos, que regem as três grandes exposições da Rota do Romântico, a quais o projeto se dirige: A arte sacra, o vinho e a paisagem.

Numa combinação simbólica, propõe-se, conciliar a essencialidade da produção vinícola ao espaço, como representação do mistério, do inacessível e quase inexplicável.

Neste sentido, a performance realiza-se no centro histórico de Amarante e foi desenvolvida a partir do lugar, com três rotas, em três ruas, guiadas por astronautas, que chegam à cidade de Amarante, em busca dos mistérios sagrados escondidos na Rota do Românico, a fim de revelar o segredo da transubstanciação.

Chico Bastos

 

Chico Bastos multi-instrumentista e compositor brasileiro, parte da sonoridade ímpar do violão tenor e da importância dos seus compositores para a cultura brasileira, procurando valorizar e difundir este instrumento. Entre as composições de Chico Bastos destacam-se os choros “Toco de Gente”, “Doutora”, “Pra Ela”, “Tô Chegando” e, em parceria com o músico Zé Lopes, “Frevo do Zé”.

Etson

 

Um músico, artista e tatuador timorense que começou a fazer música com lixo ainda jovem em Los Palos, Timor-Leste.

O Artista está em residência artística em Águeda e criou especialmente para este concerto um instrumento que irá interpretar em Amarante.

Mariana Sevilla

 

A celebração da beleza como transitória, imperfeita, impermanente e incompleta, em uma cerimónia de vida em quietude e simplicidade.
“Eu caio no outono, levado pelo vento, feliz por morrer.”

SADO – Uma Cerimónia da Vida, é uma proposta de encontro entre os intérpretes e o público sobre as dinâmicas que podem ser assumidas na tentativa de servir a um objecto artístico.

O conceito surge da tradicional Cerimónia SADO ou CHADO Japonesa, que é em si um ritual artístico coreografado sobre a preparação do serviço de chá verde (matcha).
Uma cerimônia de vida para servir.

Sirva os convidados, sem nunca se colocar acima deles.
No âmbito desta criação artística, SADO é o reconhecimento da bravura e disponibilidade do público num serviço de chá metafórico sobre a impermanência das coisas.